11 Animais que estão em via de extinção

11 Animais que estão em via de extinção

Fonte: Pixabay

 

 Extinção animal

A extinção animal consiste no desaparecimento total de uma espécie ou de um grupo de animais.

As espécies em via extinção, são aquelas cujo número de animais é muito reduzido, com iminente perigo de desaparecerem se não forem protegidas.

É extremamente difícil calcular o número de espécies que se extinguiram desde o inicio da evolução dos seres vivos, mas é certamente muito grande.

Uma alteração climática pode ser suficiente para mudar por completo  as condições de vida numa zona geográfica, assim sendo, as espécies que não se consigam adaptar a esta alteração vão desaparecer.

A poluição e a caça industrial são outros factores responsáveis pelo desaparecimento de muitos animais.

 

11 Animais em via de extinção

Bufo Real

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Bufo Real. Fonte: Pixabay

É a maior espécie de coruja do mundo, mede entre 60 a 86 cm de comprimento, tem 1,70 metros a 2,10 metros de envergadura, e pode pesar até 5,5 quilos. A sua idade média pode variar entre os 10 e os 20 anos.

Encontra-se na Europa, Ásia e África, sendo mais comum no nordeste da Europa, na zona circundante ao Mar Mediterrâneo, nomeadamente na Península Ibérica.

Encontra-se em vias de extinção devido essencialmente à perseguição humana, uma vez que é considerada como uma espécie “destruidora da caça”, pela escassez das suas presas e de zonas desabitadas, assim como a escassez de locais com condições habitacionais  que necessita para sobreviver.

Coruja-das-Torres

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Curuja-das-torres. Fonte: Pixabay

Ave de rapina nocturna, com cerca de 25 a 45 centímetros de comprimento e com peso que pode variar entre 250 a 700 gramas.

A sua extinção pode estar relacionada com a intensificação da agricultura, a utilização de pesticidas,  com o armazenamento dos cereais em silos e à subsequente redução de roedores (que são elementos da sua alimentação), ao desaparecimento de cavidades naturais e artificiais para nidificação.

O aumento de tráfego e consequente atropelamento/mortalidade destes animais também contribui para o seu desaparecimento.

Elefante Africano

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Elefante Africano. Fonte: Pixabay

O desaparecimento dos elefantes deve-se essencialmente à sua caça pelos humanos, para extracção do marfim.

O marfim dos elefantes é muito apreciado, principalmente na China e na Índia, que já reduziu bastante as populações dos elefantes africanos.

Golfinho

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Golfinho. Fonte: Pixabay

Os Golfinhos encontram-se  em via de extinção, sendo uma das principais causas a poluição, nomeadamente pelo lixo, produtos químicos e esgotos que são despejados para o mar.

Em alguns países os pescadores também são uma ameaça para esta espécie, uma vez que os capturam e matam, por considerarem que os golfinhos são destruidores de espécies de peixes, pois o peixe é a base da sua alimentação.

Coala

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Coala. Fonte: Pixabay

O Coala, habita essencialmente no sudeste e nordeste da Austrália.

A sua distribuição relaciona-se com o tipo de eucalipto existente em cada área, uma vez que a base da sua alimentação compreende apenas algumas das espécies de eucaliptos Autralianos.

Os lenhadores são o maior perigo para os Coalas, uma vez que “destroem”  grandes áreas florestais para aproveitamento da madeira.

Os cães de caça são também um perigo para esta espécie, uma vez  que com muita facilidade os apanham enquanto mudam de árvore.

Outra causa da sua mortalidade são os atropelamentos nocturnos, uma vez que é durante a noite que os Coalas estão mais activos e se deslocam.

Os incêndios florestais são também um factor de risco para os Coalas, uma vez que destroem o seu alimento e habitat.

Leopardo das Neves

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Leopardo das Neves. Fonte: Pixabay

O leopardo das neves vive nas montanhas.

Estima-se que o número destes animais ronde entre os 4 500 e os 10 mil, estando espalhados por 12 países, com maior número na China onde habitam cerca de 65% do total destes animais.

O leopardo das neves vive nas montanhas. A principal causa da sua extinção é a caça, maioritariamente para aproveitamento das suas peles (para confecção de casacos), ossos e mesmo alguns dos seus órgãos (utilizados pela medicina asiática para manipular medicamentos).

Lince Ibérico

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Lince Ibérico. Fonte: Pixabay

O Lince Ibérico é a espécie de felino mais ameaçada do Mundo e o carnívoro mais ameaçado na Europa.

É um animal carnívoro de comportamento agressivo e territorial,  que se alimenta à base de caça, principalmente coelho bravo e perdizes.

A sua área de distribuição é muito reduzida e fragmentada, ocupando apenas áreas de Portugal e Espanha.

Vive nas áreas montanhosas mais escondidas, cobertas por bosque e matagal, mas gosta das planícies portuguesa do Alentejo, onde existe caça abundante.

O Lince Ibérico é uma espécie com grande vulnerabilidade aos efeitos que poderão ser originados pelas alterações climáticas, nomeadamente pela destruição do seu habitat pelos incêndios florestais, pela escassez de alimento e por surtos de doenças nas espécies que fazem parte da sua alimentação, ou mesmo pela combinação de ambos por efeito da desertificação.

Lobo Ibérico

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Lobo Ibérico. Fonte: Pixabay

O lobo-ibérico, tem como principal habitat a Península Ibérica, essencialmente a norte de Portugal.

As florestas, as serras, as planícies, os bosques abertos e as florestas densas são o seu refúgio, nomeadamente em tocas escavadas por ele ou reaproveitadas de outros animais. Leia também: Os 10 países com maior área de floresta

Têm uma alimentação variada, dependo da existência ou não de presas selvagens e dos diferentes tipos de pastoreio de cada região. O facto de viverem numa alcateia permite-lhes caçar presas maiores que ele.

As suas principais presas são o veado, o corço, o javali, ovelhas, cabras, galinhas, cavalos e vacas.

As principais causas da sua diminuição populacional são a perseguição directa, pelos caçadores e pastores. Os lobos ibéricos são considerados uma ameaça para os pastores por caçarem e se alimentarem dos seus animais.

O extermínio de presas selvagens, a fragmentação e destruição do seu habitat e o aumento do número de cães vadios (que competem com os lobos na procura de alimento), são outras das causas.

Onça Pintada

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Onça Pintada. Fonte: Pixabay

A Onça Pintada é o maior felino do continente americano, o seu peso pode variar entre os 35  e os 130 quilos.

A Onça Pintada  vive em florestas e savanas, é um animal territorial, solitário e que normalmente realiza as suas actividades durante a noite.

Este animal é um predador topo de cadeia alimentar, exclusivamente carnívoro.

A causa do declínio populacional destes animais deve-se essencialmente ao desaparecimento de cerca de 85% da Mata Atlântica. Actualmente restam apenas cerca de 7% de florestas em bom estado de conservação.

As onças-pintadas são perseguidas por caçadores, pastores e fazendeiros, sendo esta outra causa da sua extinção.

O comércio ilegal da pele e da carne das Onças Pintadas é muito comum. Os pastores vêm estes animais como uma ameaça, uma vez que são predadores dos seus animais.

Panda Gigante

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Panda Gigante. Fonte: Pixabay

Os Pandas Gigantes vivem em florestas de bambu da região montanhosa da China.

Alimentam-se praticamente apenas de folhas tenras e brotos de bambu.

O baixo valor energético desta alimentação obriga-os a comer o dia inteiro e algumas vezes a “pescar” um peixe, ou mesmo a caçar um pequeno mamífero para repor as necessidades energéticas.

A baixa taxa de natalidade, a alta taxa de mortalidade infantil e a destruição de seu ambiente natural colocam o panda sob ameaça de extinção.

A caça não representa problemas para estes animais, devido às rígidas leis chinesas.

Tubarão Branco

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Tubarão Branco. Fonte: Pixabay

O Tubarão Branco pode atingir 7,5 metros de comprimento e pesar até 2,5 toneladas.

Esta espécie vive nas águas costeiras de todos os oceanos, desde que haja populações adequadas das suas presas, em particular os mamíferos marinhos, as tartarugas e os peixes de grande dimensão.

O Tubarão Branco tem uma ampla área de distribuição pelos oceanos, assim sendo é difícil poder determinar ao certo o número de Tubarões Brancos que existem.

Para além disso a sua baixa densidade populacional, baixa taxa de reprodução e baixa esperança média de vida fazem com que estes animais não sejam animais abundantes.

Estes animais encontram-se em vias de extinção devido à caça “desportiva” e “assassina”, sem interesse económico, que se tem vindo a desenvolver ao longo das últimas décadas.

Um dos maiores interesses para quem caça estes animais são as barbatanas, muito apreciadas na alimentação chinesa.

 

 

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